Quer entorpecer-se de álcool, de drogas, de amor. Quer ficar entre as ruas esperando o que a sorte não lhe trouxe, a coragem. Quer encontrar dentro de si a mulher, a escrava, a guerreira, iluminada ou bruxa. Não sabe que rumo lhe leva o seu destino e os seus desejos. Têm em cada palavra o veneno, tem em cada gesto intensões, tem no olhar o perigo, nos sentimentos o medo. Sente fria a alma, longe os pensamentos, e o coração? Ah, esse nem sente mais. Indo-se a cada dia, a espera de tudo e ao encontro do nada.
domingo, 10 de julho de 2011
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