Não me culpe pelo seu desamor, eu nunca prometi nada a você. Desde o começo tu sabias que meu coração era dela, assim como os meus pensamentos e planos. Você foi alguém que surgiu e com os olhos pediu para receber minha atenção, foi você quem quis, não eu. Imagino que isso possa lhe magoar de alguma forma mas você sabe que não me esforçaria pra mentir. Eu ainda tenho muitas coisas para resolver antes de pensar na possibilidade de nos dar uma chance. Tenho que esquecê-la. Não queria que pensasses que tu és mera distração, não é a minha intensão, mas também peço que não espere nada de mim. Creio que tu saibas que pertencemos a universos diferentes e que isso muitas vezes nos fará discordar, e não me agrada viver em conflito.
Acho que não sabemos ao certo porque estamos um com o outro. Quem sabe nossas carências deram as mãos e agora são frágeis demais pra abrir os olhos e perceber o que as mantêm unidas. Tem coisas em você que me fazem crer que gosta de mim, isso me assusta. Além desse teu jeito incerto que por horas me põe a pensar se sou mesmo o cara pra ti. Nossos medos parecem duas crianças que se escondem embaixo dos cobertores para sentirem-se seguras dos fantasmas. Estarmos junto é o cobertor, e tudo que nos rodeia são nossos fantasmas. Ainda temos muito pra crescer.
quinta-feira, 9 de janeiro de 2014
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