sábado, 29 de março de 2014

Casa de passagem

Não posso dizer que senti as borboletas no estômago
mas senti outra coisa, em outro lugar.
Foi bom também, mesmo que achem estranho eu não amar ninguém.
O amor, dizem, é questão de sorte
Penso eu que tudo é assim, inclusive a morte.
Agora estou aqui, amanhã já não se sabe
e ser de apenas um,
nesse curto espaço de tempo, não me cabe.
Por isso digo as tais borboletas que voem,
pois meu corpo é casa de passagem
onde só entram convidados 
que guardo na lembrança como bagagem. 

Fragmentos do que não sei


Te conheci para saber que o homem dos meus sonhos realmente existe. 
Porém, a condição de existires não muda a condição de tu seres ainda um sonho.


A infinidade de músicas que me fazem lembrar de ti me indicam que tu és 
uma infinidade de coisas que não posso explicar.


Nos poemas que te escrevo sempre falta um quê
Não encontro jeito pra definir você.


Tua liberdade te faz meu anseio,
Tua simplicidade te faz minha calma.


Esse poema é claro, não está completo 
tu és um conceito que prefiro deixar em aberto, 
não te por em linhas faz com que fiques perto, aqui 

  Das certezas breves, uma: Não me desculpo por quem eu sou. Desconfio. Até canso de mim às vezes, Mas, não me desculpo. Cada dia m...